Crescimento Pessoal – um caminho a se percorrer…

Quando falamos de crescimento pessoal, logo já podemos imaginar um movimento, muito provavelmente, ascendente. Isso significa que há um estágio anterior, um caminho a ser percorrido e um estágio posterior a ser alcançado.

A pessoa humana nasce, aprende, convive, experimenta, interage, enfim, todos estes aspectos do desenvolvimento humano vai levando o indivíduo a um crescimento pessoal. Mas chega um momento que a pessoa pode estacionar em alguns aspectos que compõem sua estrutura pessoal e nem se dê conta disso.

Por isso é sempre bom fazer, de vez em quando, uma auto avaliação e, até mesmo, pedir um feedback para alguém sobre nossa performance pessoal. Lógico que não podemos pedir este feedback para qualquer pessoa.

Faz parte do ser humano as incongruências interpessoais, sendo assim, se indagarmos a nosso respeito a alguém que não gosta de nós, podemos passar por experiências que, certamente, não nos vai ajudar em muita coisa. Pois quem não gosta de nós já tem uma opinião formada e fechada a nosso respeito.

Óbvio que quem gosta de nós também já tem uma opinião formada e fechada a nosso respeito, mas a diferença entre uma e outra consiste em que as que gostam de nós querem o nosso bem, portanto, se virem que estamos falando sério ao pedir uma opinião a nosso respeito, certamente, vão colaborar.

Mas, em primeiro lugar, precisamos diferenciar os crescimentos em si, quando se trata da pessoa humana. O ser humano pode desenvolver-se de forma pessoal, profissional, social, econômica, ou seja, sobre amplos e diversos aspectos.

Isso significa que o crescimento pessoal é multifacetário. Mas se o pode conquistar em etapas. Conquistá-lo de uma única vez é quase que impossível. Então, há de se ter paciência para alcançar o próprio crescimento pessoal. Portanto, negligenciar este aspecto de nossa humanidade é cometer um gravíssimo erro.

Infelizmente há crescimentos pessoais que são mais difíceis, que brotam da amarga experiência concreta do dia a dia. A pessoa, no cotidiano da vida, pode não ter acesso a escola, cursos, treinamentos, leituras, enfim, a pessoa poderá estar privada de várias ferramentas que, certamente, a poderiam auxiliar em seu crescimento pessoal.

Outras pessoas, ao contrário, desde pequenas já têm acesso a uma diversidade de ferramentas que vão ajudá-la em seu crescimento pessoal. Vão à escola, fazem cursos extras curriculares, frequentam academias, clubes, academias diversas, enfim, um arsenal de ferramentas auxiliares fica facilmente ao seu alcance.

Apesar dessas duas grandes diferenças serem aqui elencadas, ainda assim, há infinitas possibilidades de se ter ou não um bom crescimento pessoal. Uma experiência não é melhor que a outra. Privar-se disso ou daquilo não significa que será uma pessoa menos amadurecida ou com baixo nível de crescimento pessoal, ou, ao contrário.

E ter acesso a tudo o que está disponível no grande mercado social também não significa uma garantia no crescimento pessoal. Inúmeras variantes se formarão entre uma e outra forma para que o indivíduo possa ser uma pessoa no mundo.

Hoje em dia, Redes Sociais fazem parte de quase toda a humanidade, mas não faz parte da humanidade toda. E não é porque alguém não conheça ou não tenha acesso às Redes Sociais que seja menos desenvolvido que os demais. Aliás, exatamente por isso, tal pessoa pode, inclusive, ser muito bem desenvolvida em seu crescimento pessoal, basta que saiba administrar questões de escolhas ou de privações.

Então, por aí nós vamos tirando as nossas conclusões que para haver uma garantia de que o indivíduo está tendo um crescimento pessoal é necessária uma infinidade de fatores a se considerar. Vários aspectos precisam ser considerados, analisados e, se adquirido, precisam, ainda assim, ser adaptados e ou expandidos.

Então, por conta desta infinidade de situações, teremos de ficar parados e deixar a vida nos levar? Não! Claro que não. O crescimento pessoal, ao contrário, deve ser uma nota capitular no nosso caderno pessoal de anotações.

Uma pergunta que sempre deve estar na ponta da nossa língua é: “O que posso fazer para melhorar em mim um ou mais dos meus tantos aspectos pessoais?” A resposta deverá ocorrer em forma de avaliação, análise, considerações, observações, constatações etc.

Se eu olhar para um aspecto em particular de meu crescimento pessoal, e vir que está tudo bem, que está bem perto de um “ok”, ótimo! Então parto para olhar para outro. Mas se em algum dos que eu averiguar, se vejo que posso melhorá-lo, se isso é questão urgente ou não, obviamente que eu não posso deixar isso para depois.

Várias ciências se tornaram disponíveis para o crescimento pessoal do ser humano, como a filosofia, psicologia, antropologia, sociologia, mas também a ciência da religião tem se demonstrado forte quesito a se considerar no crescimento pessoal.

Por outro lado, sempre se ouviu dizer que “o trabalho dignifica ou enobrece o homem”. E a convivência interpessoal no mundo do trabalho gera novos aprendizados de si e do outro.

Por fim, o crescimento pessoal pode ser traduzido de forma bem simples em como o indivíduo está bem adaptado às demandas de si mesmo, do outro, da sociedade do mundo, e, por fim, da vida.

A família é o primeiro lugar existencial, com suas próprias e peculiares demandas, onde o indivíduo encontra excelente berço laboratorial para dar início ao seu crescimento pessoal.

Diante do que acabamos de elucidar, então se já faz algum tempo que você não se pergunta como está seu crescimento pessoal, pense nisso e faça um checklist. Anote tudo o que lhe vier à mente como pontos de melhora, depois faça conforme já falamos nos primeiros parágrafos, ou seja, peça ajuda aos amigos, e, então dê atenção aos aspectos que você perceber que pode ou que deve melhorar.

Antes que você fique com toda a gratidão do mundo por conta de seu crescimento pessoal, pode haver quem poderá agradecer muito mais, ou seja, principalmente as pessoas que convivem com você.

Se você gostou, curte, comente e compartilhe com seus amigos.

Grande abraço Temage.

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